Les Plus Exclus Des Exclus

 Le silence des morts comme modèle des vivants défendus de parler International Symposium Forms and Dynamics of Exclusion UNESCO, Paris, June 22nd-26th 1997 Il faut commencer pour faire rappeler aux Français ici présents une citation de l’éminent médecin Brésilien Vital Brasil, qui à l’occasion de parler pour

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Os mais excluídos dos excluídos

Olavo de Carvalho O silêncio dos mortos como modelo dos vivos proibidos de falar.1 Em Olavo de Carvalho, O Futuro do Pensamento Brasileiro: Estudos sobre o nosso lugar no mundo, 2a. edição, Rio de Janeiro, Faculdade da Cidade Editora, 1997, pp. 82-111. Devo começar por fazer recordar aos

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Recordar é viver, ou: “Quem sofreu sob o teu jugo te conhece”

Olavo de Carvalho 12 de junho de 1997 Singela homenagem deste website a Luiz Pinguelli Rosa e ao secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares Cinco anos atrás, ambos já demonstravam ter todos os requisitos corporativos e subintelectuais necessários para chegar aonde chegaram. Olhem para o passado

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Ser e conhecer

Seminário de Filosofia, Rio de Janeiro, 11 de junho de 1997 Gravação transcrita por Fernando Manso; editada por Alessandra Bonrruquer. § 1. A fenomenologia em geral O ceticismo nasce da fragmentação da mente. É a postura do covarde ou do preguiçoso que, por não querer fazer o

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Olavo de Carvalho – Entrevista aos estudantes de filosofia da UFPE

Publicado em Minerva – Informe Filosófico da Universidade Federal de Pernambuco. Nº 5, maio de 97. Minerva: Qual a força de um filósofo dentro de uma sociedade profundamente massificada? Olavo de Carvalho: É força de um pequeno comprimido de tranqüilizante no corpo de um neurastênico: não vai

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Programa Diálogos Impertinentes – TV PUC SP

Programa Diálogos Impertinentes TV PUC SP Entrevista Olavo de Carvalho, Mário Sérgio Cortella e Carlos Josaphat Maio de 1997

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Três sonetos de Olavo de Carvalho

I. O OLHO DIREITO, OU: SONETO PERPLEXO A vitória do tolo é um mistério sacral e já arranquei mil vezes meu olho direito, mas na órbita vazia resplandece, igual, a glória incompreensível do idiota perfeito.”Sim, sim; não, não” – mas o olho que não vê o que

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Aurora, de F. W. Murnau (1927): cinema e metafísica

Aurora, de F. W. Murnau (1927): cinema e metafísica

Aula do Seminário de Filosofia (30 jan. 1997). Gravação transcrita por Marcelo Tomasco Albuquerque e editada por Alessandra Bonrruquer. Aurora, de F. W. Murnau (Sunrise, 1927), baseado no romance de Herrman Suderman, Viagem a Tilsit, é para mim o melhor filme do mundo. Quando se vê que o grande Eisenstein

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O Imbecil Coletivo: O Imbecil do Pires e o meu

Olavo de Carvalho 30 de setembro de 1996 Relembrando o Pires Pires, no caso, não é aquela concavidade, geralmente de louça ou porcelana, em que se apóia a bunda da xícara. É um ser humano, com todos os atributos aparentes da espécie, inclusive o ridículo de nascença.

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A Nova Era e a Revolução Cultural: Introdução geral à Trilogia

INTRODUÇÃO GERAL À TRILOGIA MANUAL DO USUÁRIO de O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras e dos volumes que o antecederam: A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci e O Jardim das Aflições: De Epicuro à Ressurreição de César – Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. Texto lido

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